Geral - 19/11/2019

Novo ano, Vida nova!

Essa máxima, repassada por gerações, marcando o início de todos os anos, já não é mais uma garantia para bons presságios. Em geral, as previsões são feitas aos montões e todas com boas chances de ser corretas. Isso porque hoje podemos nos basear em dados mais confiáveis, calcados em pesquisas sérias e opiniões de respeitáveis analistas. Assim, começamos 2017 com uma profusão de dados econômicos alarmantes, tragédias brasileiras e desastres naturais. Os dois primeiros (economia e tragédias brasileiras), embora repetidos à exaustão, ainda causam grande alvoroço. Os desastres naturais, decorrência da desídia governamental e da ausência de medidas ambientais de preservação, também frequentes, são aceitos como fatalidade. Quanto aos problemas na economia ou a existência, por exemplo, de massacres em prisões, todos simples de se resolver, seguem insolúveis pela inércia de uma classe política corrupta, ineficiente e predadora, sempre mais interessada em seus negócios do que nos rumos do país.

Newsletter